A Pomba, revista ousada e inovadora, era publicada pela editora Poster Graph do casal Elvira Vigna e Eduardo Prado.
Para saber mais sobre a revista clique aqui.
Para saber mais sobre os autores clique aqui.
A Pomba, revista ousada e inovadora, era publicada pela editora Poster Graph do casal Elvira Vigna e Eduardo Prado.
Para saber mais sobre a revista clique aqui.
Para saber mais sobre os autores clique aqui.
Para comentar todas essas mudanças o cartunista Amorim criou o personagem Miguelzinho, o new wave, publicado no jornal carioca Quadra da Praia em 1984.
Lelé, tira humorística publicada no jornal Estado de Minas em 1981 e criada pela cartunista Son Salvador.
Son Salvador (Gerson Salvador Pinto) nasceu em 1949 em Sabará (MG) e faleceu no sábado 23/11/2019 em Belo Horizonte aos 70 anos por problemas respiratórios.
Chargista e ilustrador, começou a trabalhar no Sindicato dos Bancários como ilustrador e chargista, de onde saiu aos 27 anos para trabalhar nos jornais Diário da Tarde, hoje extinto, e depois no Estado de Minas, onde divulgou seus traços por 43 anos.
Muito influenciado pelo humor de O Pasquim, também ilustrou vários livros como: Fala (de) Mãe), do jornalista, radialista e professor Dimas Lopes e A Pescaria, de Osvaldo André de Mello.
Era também cronista esportivo e tinha uma coluna semanal no caderno Superesportes e no Jornal Aqui.
Pouco tempo depois, em 1975, decide se aposentar, depois de 42 anos trabalhando para A Gazeta. Já não existia o jornal e a empresa havia se transformado em Fundação Cásper Líbero, passando então a se dedicar à pintura.
Para saber mais sobre Messias de Mello clique aqui
Em outubro de 1976 o Jornal Espírita publicou a narrativa O Merecimento, desenhada por Messias de Mello. Mas qual seria a história por trás dessa história?
É simples, entre 1964 e 1968 o Anuário Espírita, do Instituto de Difusão Espírita, publicou seis adaptações de contos de Hilário Silva, dos livros Almas em desfile e A Vida Escreve, psicografadas pelos médiuns Chico Xavier e Waldo Vieira e desenhadas por Messias de Mello.
Em O Merecimento é contada a história do operário Saturnino, que ao sofrer um grave acidente que lhe fere a mão direita acaba por descobrir que em outra encarnação foi um cruel sitiante que, por maldade, esmaga a mão de um trabalhador em um engenho de cana.
Todas as seis histórias, Dois Meses Antes; Pica-Pau; O Merecimento; Calvário Maternal; A Força do Exemplo e A Caso Pitanga; foram reunidas no livro Messias de Mello e o Espiritismo em 2011 por Worney Almeida de Souza (WAZ) e publicadas pela editora Marca de Fantasia.
............................................................................
Manoel Messias de Mello (Maceió, 16 de agosto de 1904 - São Paulo, 18 de outubro de 1994) foi um quadrinhista brasileiro filho de Severiano Rodrigues de Mello e de Tereza da Rocha Mello. Iniciou a carreira de ilustrador trabalhando para a Gazeta Juvenil, suplemento infantil do jornal A Gazeta.
Nas páginas da Gazetinha, entre 1936 e 1939, criou diversos personagens, entre eles Pão Duro, Gibimba e Audaz, o Demolidor.
Ao lado do escritor Armando Brussolo , realizou, de 1936 a 1939, diversas histórias em quadrinhos de aventura publicadas em capítulos, como Capitão Blood, Sherlock Holmes, o Homem Elétrico, A conquista das esmeraldas. A sua criação Audaz, o demolidor consiste em um robô gigante e surgiu inicialmente no ano de 1938, em uma edição da revista A Gazetinha . O heroico Audaz era operado por três personagens humanos: o Doutor Blum , o garoto-prodígio Jaques Ennes, e o galã Greggor. A partir de 1949 a série passou a ser editada na na nova versão da revista Gazeta Juvenil .
Também ilustrou O Raio da Morte, Bascomb – o Terror de Ferney, À Roda da Lua baseada nos romances Da Terra à Lua (1865) e sua sequência À Roda Da Lua (1869) de Júlio Verne, O enigma do espectro de James Hull, entre outros trabalhos feitos para esse suplemento.
Colaborou com o jornal Gazeta Esportiva, criando charges esportiva. Na década de 1950, produziu para a La Selva, HQs baseadas no nos palhaços Arrelia e Pimentinha e nos atores Oscarito e Grande Otelo.
Recebeu o prêmio de Mestre do Quadrinho Nacional na primeira edição do Prêmio Angelo Agostini, em 1985. Seu filho, Daniel Messias tornou-se um conhecido animador, trabalhando para várias empresas de animação.
Érico Junqueira Ayres (26 de maio de 1948 - 24 de março de 2024), nasceu na Bahia mas mudou-se nos anos 1980 para o Maranhão, onde começou a trabalhar com humor gráfico. Exerce seu ofício há mais de quarenta anos e tem vários livros publicados, entre eles: Humor em risco, 1998, editor Parma - SP; Cachaça com pimenta, 2005, editora Santa Clara - MA e Caricaturas, 2005, editora Santa Clara - MA.
Com mais de uma centena de prêmios conquistados em vários salões de humor no Brasil e no exterior, publicou cartuns em vários jornais do Brasil como O Pasquim, Hora do Povo, Diário da Noite e O Estado do Maranhão.
Na sua página nas redes sociais Érico publicou a sequencia abaixo.
Posteriormente, Grafter foi publicado diariamente no Diário de Pernambuco a partir de 16 de março de 1989 persistindo até quatro de junho do mesmo ano.
Para saber mais sobre os autores clique aqui e aqui.