A criação ficava a cargo do desenhista Arthur Garcia e de Marcial Godoy, um dos editores da revista.
Para saber mais sobre Arthur clique aqui.
Blog de Luigi Rocco dedicado à recuperação histórica das tiras no Brasil.
A criação ficava a cargo do desenhista Arthur Garcia e de Marcial Godoy, um dos editores da revista.
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Em um sábado, 2 de janeiro de 2010, com apenas 13 anos estreava como quadrinista na Folhinha, suplemento infantil da Folha de São Paulo, o garoto João Montanaro, com seu personagem Doubli.
Sua estreia foi noticiada da seguinte maneira pelo jornal:
"O garoto Doubli tem uns nove anos, não é lá muito estudioso, gosta de futebol e no momento está tentando aprender a andar de bicicleta. Ele é um dos personagens criados por um garoto só um pouco mais velho: João Montanaro, que tem 13 anos e estreia hoje como quadrinista da Folhinha.
O adolescente começou a desenhar quando tinha seis anos. Aos nove, conquistou o primeiro lugar no 4º Salãozinho de Humor de Piracicaba (SP), que reúne feras e novatos de HQs e cartuns.
A prancheta que usa para desenhar foi feita pelo pai e batizada de velha Betsy. Ao lado dela, está um aquário com dois peixes vermelhos — Doubli, seu alter ego, tem um caracol de estimação. E nesse cantinho que ele bola suas histórias, sempre à noite. 'Na maioria das vezes, tenho de me concentrar para ter ideias para as tiras.' Ele anota tudo num caderno de rascunhos.
O menino aprendeu a desenhar sozinho. E em bate-papos com cartunistas veteranos recebe alguns dos toques mais importantes. Foi numa troca de e-mails que o ilustrador Orlando Pedroso o convidou para visitar seu estúdio. Desde então, virou seu 'mestre'. 'Ele me falou que, para ser um bom cartunista, é preciso ler muito para ter boas referências”, diz o garoto, que faz também cartuns para a revista Mad".
Atualmente Montanaro já é um autor consolidado e segue firme em sua carreira como cartunista.
"No laboratório espacial do Pico do Marumbi, Lila, Bite e Deco estão atentos na história dos Amigos das Estrelas que o super computador Ram está contando. A fórmula dimensional trouxe o comandante Chip e o guerreiro Sideral ao encontro do cientista Bio nas proximidades do planeta Terra.O cientista Bio transportou o Reino de Primus da galáxia da Fantasia e o escondeu no Parque Nacional do Iguaçu durante 500 anos para salvá-lo dos Predadores. Mas o professor Querubim, Gregório e o índio Pajé-açu acabam chegando na entrada do reino quando exploravam a trilha dos Curupiras. Após as tentativas do robô Morubixaba, Gregório domina os estranhos Curupiras e parte em direção ao reino, sozinho. Suas ambições poderiam acabar com o segredo do Reino de Primus.
Querubim recebe a missão de impedí-lo, após salvar o Morubixaba que se tornou invisível por falta de energia. Querubim entra no reino graças ao medalhão mágico dado pelo Morubixaba como prova de confiança. É confundido pelos habitantes do reino que pensam que ele é inimigo. Assustado com o gigante Org, Querubim é salvo por Buba de cair no abismo e a confusão é desfeita. Com o medalhão do Morubixaba todos o reconhecem como amigo".
Este é o resumo das aventuras de No Reino de Primus, criadas por José Henrique Castro Alves (Vídeo Cartoon) com o auxílio de Marco Aurélio da Silveira e Marcelo Henrique Castro Alves para O Estadinho, suplemento de O Estado do Paraná em maio de 1999.
Liko "é um garotinho muito curioso e engraçado" e seu maior sonho é ser super-herói quando crescer. Tem dois mascotes: Pepê um cachorrinho que tem mania de enterrar tudo e leo, uma lagartixa que vive no quarto do garoto e regularmente o acompanha em seus passeios.
Dellova, 55 anos, foi ilustrador de livros infantis e trabalhava principalmente para crianças. Atualmente se dedica às artes plásticas.
Brasa vivia em atrito com seu criador, a quem chamava de San, geralmente discordando do enredo proposto pelo autor.
Sander, 54 anos, já havia trabalhado para o MSP Estúdios, era ilustrador e também cuidava do projeto gráfico de O Liberal.
Natural de Bebedouro, SP, e hoje radicado em Campinas, Pierre Trabbold tem mais de 25 anos de experiência no mercado editorial. Destaca-se pela diversidade de estilo em suas ilustrações e é também autor de alguns livros infantis, conhecendo profundamente o funcionamento da imaginação da criança. Entre os livros ilustrados por ele estão: Dor De Dente Real; A Pulga Espertalhona, com Claudio Feldman e A Loja de Brinquedos com Rubem Alves, todos da editora Loyola.
Com um traço muito bem elaborado, Renilton fazia rir e pensar com tiradas muito bem boladas em suas tiras. Além delas o autor produzia também ilustrações e passatempos para o suplemento. A Patota durou pelo menos até 1988.