Abaixo uma entrevista concedida pelo artista à revista em Abril em 1987.
quinta-feira, 7 de setembro de 2017
Guta - Capricho - 1987
Abaixo uma entrevista concedida pelo artista à revista em Abril em 1987.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Radical Chic - Jornal do Brasil - 1984
- IDADE: 30 anos.
- ALTURA: 1,72 m.
- PESO: Variável, está sempre começando dieta. Na segunda-feira, tem 59 kg. Na sexta, 4 menos.
- OLHOS: Castanho-escuros.
- CABELOS: Ruivos.
- ESTADO CIVIL: Solteira. Gosta muito de dar. .. e receber.
- NATURALIDADE: Nasceu prematura em plena Via Dutra, entre Rio e São Paulo.
- FILlAÇÃO: Pai gaúcho e mãe mineira.
- IRMÃOS: É filha única.
- CORES PREFERIDAS: Lilás e azul.
- PROFISSÃO: Uma agitadora cultural. Produtora também, mas anda meio desempregada. Costuma fazer "bicos chiques" em moda, show business e todos os bochichos quentes.
- A GRANDE PAIXÃO: Não viveu ainda.
- EX-NAMORADOS: Muitos.
- ATOR PREFERIDO: Peter Coyotte.
- ATRIZ: Kathleen Turner.
- ÍDOLO: Não tem. É o tipo de mulher que "no segundo dia", como diz seu criador, "já iria começar a achar algum defeito nele".
- PERFUME: De dia, o cheiro da pele. À noite, uma pitada de First, só uma leve insinuação.
- HOBBIES: Jogar conversa fora, frequentar bares em que os garçons não se metam na vida dela, fazer ginástica - mas não aeróbica, prefere uma mistura de ioga com alongamento, "coisa mais serena, de gente civilizada".
- HÁBITOS ALIMENTARES: É a favor de um mínimo de vida sadia, mas não faz o gênero naturete. Come arroz integral, só que não dispensa carnes.
- BEBIDAS: Enquanto o sol não se põe, um vinho branco ou um martini seco. À noite, Jack Daniel's. Ah, sim: ela se angustia muito com a noite. Às vezes tem certeza de que alguma coisa muito importante está acontecendo e que não foi convidada.
- MEDOS: Um só - envelhecer.
- TRAUMAS: Queria ser muito mais alta e muito mais magra.
sexta-feira, 17 de junho de 2022
Chiquinha - 1991
Em 9 de novembro de 1991 estreava na Folhinha, suplemento infantil da Folha de S. Paulo, a personagem Chiquinha, criação de Miguel Paiva.
Com um estilo de desenho já conhecido em trabalhos como Radical Chic e Gatão de Meia Idade, Chiquinha era voltada ao público infantil, leitor da Folhinha.
No sábado de estreia foi publicada a seguinte entrevista apresentando a personagem:
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Folhinha ganha a tira da Chiquinha
MÔNICA BONVICINO - Editora da Folhinha
A Folhinha ganha hoje a tira “Chiquinha”. É criação de Miguel Paiva, 41, que faz também “'Radical Chic”, história publicada na "Revista d”, aos domingos, na Folha. Miguel é carioca e vive de fazer histórias em quadrinhos. Entre crianças, é conhecido na Itália. Publicou de 1974 a 1980 a história “Capitão Eco contra o Doutor Polu”, na revista “Corriere dei Piccoli”. Veja como é Chiquinha.
Folhinha - Chiquinha é briguenta?
Miguel - Vai brigar com o irmão porque ele vai querer mandar. Menino acha que já nasceu com poder.
Folhinha - Gosta de estudar?
Miguel - Não tem problemas porque é esperta, mas não é super estudiosa. Sabe que deve aprender algumas coisas, do contrário não “vai conseguir impor sua vontade".
Folhinha - O que ela mais gosta?
Miguel - Quadrinhos, rock, e curtir as coisas que a fazem pensar.
Folhinha - Ela tem namorado?
Miguel - Se fosse escolher um menino para aprontar no shopping, ia querer sair com Geraldinho, não sairia com um menino tão maluquinho quanto o Menino Maluquinho. Ela acha Geraldinho neurótico mas gosta dele. Talvez até se case com o Menino Maluquinho, mas curte com Geraldinho.
Folhinha - Do que ela brinca?
Miguel - De caubói, astronauta, porque meninos e meninas têm “direito de brincar do que quiserem, podem ser xerifes e os donos do mundo". Chiquinha se acha bonita, brinca de boneca, mãezinha, mas tenta realizar sonhos de criança, como ser corredora de Fórmula 1.
Folhinha - Chiquinha apronta?
Miguel - Ela é só uma menina que faz o que sente que é gostoso. Por sorte, tem dois pais legais, que não estragam a festa dela.
Folhinha - Por que você gosta de criar personagens mulheres?
Miguel - O mundo das mulheres é misterioso. Gosto de descobrir o jeito feminino das coisas. Os homens criam barreiras para a gente descobrir como eles são.
sexta-feira, 27 de maio de 2022
Dr. Fred - 1977

Com um traço intermediário entre seu início de carreira e aquele que viria a lhe consagrar em séries como Radical Chic e Gatão de Meia Idade, Miguel fazia humor com o mundo da terapia e da psicanálise mostrando o Dr. Fred, um psicólogo que estava mais interessado em sua conta bancária do que em tratar seus pacientes.
Para saber mais sobre Miguel Paiva clique aqui.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
Ed Mort
- Ed Mort em Procurando o Silva (1985)
- Ed Mort em Disneyworld Blues (1987)
- Ed Mort em Com a Mão no Milhão (1988)
- Ed Mort em Conexão Nazista (1989)
- Ed Mort em O Sequestro do Zagueiro Central (1990)
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Happy Days - Jornal da República - 1979
Happy Days mostrava o lado obscuro de uma família padrão, dessas de comercial de margarina, com um núcleo familiar típico: pai, mãe e dois filhos.
Elaborada pelo cartunista Miguel Paiva, com um humor ácido e certeiro, sobreviveu até o fechamento do jornal, quando foi transferida para a revista Isto É, da editora Três, onde permaneceu durante toda a primeira metade dos anos 1980, em um espaço colorido de duas colunas e depois página inteira.
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
Capitão Eco - Jornal do Brasil - 1972
Posteriormente foi publicado na famosa revista infantil italiana Corriere dei Piccoli e em 1975 na revista Crás da editora Abril.
Sempre combatendo o sinistro Doutor Polu, defendia o meio ambiente com muita graça e humor.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Marimbondo - Diário Popular - 1988
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Gatão de Meia Idade - O Estado de São Paulo - 1994
Criado pelo cartunista Miguel Paiva em 1994 o Gatão de Meia Idade foi inspirado em pessoas que preferem viver sozinhas e conta as peripécias do descasado que vive tentando se relacionar bem com as mulheres.
Segundo o autor ele "quis fazer um personagem que já tivesse sido casado e agora estivesse solto no mundo. Os personagens solitários são mais interessantes. Eles vivem a vida integralmente, sem dividir com ninguém".
O Gatão de Meia Idade foi vivido no cinema (2006) pelo ator Alexandre Borges e publicado em livro pelas editoras Objetiva (1995) e Companhia Editora Nacional (2008).

























