Abordando as dificuldades da mulher contemporânea, como os desafios no trabalho, a dupla jornada e a criação dos filhos, praticamente sozinha, Julieta conseguia tirar humor dessa difícil situação.
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Abordando as dificuldades da mulher contemporânea, como os desafios no trabalho, a dupla jornada e a criação dos filhos, praticamente sozinha, Julieta conseguia tirar humor dessa difícil situação.
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Ana Jacinta de São José, conhecida como Dona Beja (Pains, 2 de janeiro de 1800 – Estrela do Sul, 20 de dezembro de 1873) foi uma personalidade brasileira do século XIX, conhecida por ser influente na região de Araxá, Minas Gerais.
Por conta disso o editor Atanagildo Côrtes e o desenhista João Batista Baldisseri Jr. passaram a publicar semanalmente a partir de 20 de maio de 1978 a série Dona Beja no jornal Correio de Araxá, com o apoio da Divisão de Educação da Prefeitura Municipal.
Baldisseri, aqui desenhando, ficou mais conhecido por seus roteiros em revistas como Mestres do Terror da editora D-Arte; Choque da editora Nova Sampa e Vampiro da Press editorial e por organizar, em maio de 1988, junto com Domingos Guimarães, o Encontro das Histórias em Quadrinhos, que reuniu os grandes nomes das HQs brasileiras de então na histórica cidade mineira.
As histórias eram assinadas simplesmente por LCFFE.
"A Mosca foi uma tentativa de fazer uma mistura de uma mosca com Mafalda. Quase um David Cronenberg. Fiz pra distribuir em jornais, o personagem era da época da adolescência, mas era um pontinho apenas. Essa versão humanizada foi indicação de um professor quando eu devia ter uns 20 anos".
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Sobre o autor: Custódio Rosa (José Custódio Rosa Filho), nascido em São Paulo em 1967, é cartunista, escritor e roteirista. Desde 1988 fez charges, personagens, tiras e animações para agências de publicidade, sindicatos, revistas, jornais e canais de TV. É um dos maiores licenciadores de tiras e cartuns para livros didáticos (www.tirasdidaticas.com.br).
Tem 10 livros publicados. No Brasil, é autor do Manual do Sexo Virtual– (Nova Alexandria, 2000), Anita Garibaldi, o Nascimento de uma heroína (2010), Alma, a história da arena esportiva mais antiga do país (com Fernandes- 2012), Selena (com Jinnie Pak- 2015), Sete gatas e uma Vida (com Jinnie Pak- 2017), Marisa, a brisa (2019) e Belo, o fio de cabelo (2023).
Na Itália publicou pela Editora Verba Volant os livros Anita Garibaldi, la nascita de una eroina (2016) e o livro infantil Bello, storia di un capello (2018).
Em parceria com a psicóloga Dina Azrak publicou o livro A Fada da Fala (2018).
Pela Agência Estado, entre 2002 e 2006 publicou charges em 55 jornais no Brasil e um do exterior. Entre 2010 e 2012 fez cartuns animados semanalmente sobre a cidade de São Paulo para a TV Câmara.
Foi premiado nos salões de humor de Volta Redonda, Amazônia, Brasília e recebeu o Prêmio de Excelência no National Press Club do Canadá. Venceu o Prêmio de Tiras do Jornal Estado de São Paulo em 2008. Foi vencedor, individual ou em dupla, dos ProAC 2008, 2011, 2013 e 2015 na categoria quadrinhos, 2018 e 2021 em Literatura Infantil.
Depois de mostrar a versão dos professores em Cileuza, a dupla Eva Funari e Edmir Perroti resolveu apresentar o outro lado, o dos alunos e sua visão da escola, na série Zé Entorna o Caldo e Silvinha Malagueta, também na revista Nova Escola da antiga Fundação Victor Vivita em 1987. Os dois alunos eram muito espertos e se viam às voltas com a professora Donaninha, apesar de, às vezes, se mostrarem bastante atrapalhados.
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Sobre o autor: Edmir Perrotti possui graduação em Letras Português e Francês (1971), mestrado em Ciências da Comunicação (1984) e doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (1989). Atualmente é professor aposentado da mesma universidade. Tem experiência na área de Ciência da Informação, com ênfase em Biblioteconomia, atuando principalmente nos seguintes temas: leitura, Biblioteca e Educação (Biblioeducação). Biblioteca e Memória, Mediação de Leitura e de Cultura Escrita; Infoeducação, Biblioteca, Educação e Cultura
Outra ótima criação do cartunista e publicitário Sérgio R. Martins, Ei, cara! faz humor utilizando, basicamente, o diálogo entre seus dois personagens. Foi publicada no início dos anos 2000 em diversos jornais de Campinas (SP) e região.
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