Pluft, o Fantasminha é uma peça teatral infantil escrita pela dramaturga brasileira Maria Clara Machado, em 1955. Retrata a história do rapto da menina Maribel pelo malvado pirata Perna-de-Pau. Maribel, escondida no sótão de uma velha casa, conhece uma família de fantasmas e faz amizade com Pluft, um fantasminha que tem medo de gente.
A peça foi encenada pela primeira vez no Teatro O Tablado, no Rio de Janeiro, em setembro de 1955, com direção da própria autora, pela qual recebeu o prêmio APCA.
Em 1978, graças aos esforços de Yvonne Amorim, da distribuidora ECAB, foram adquiridos os direitos de publicação em forma de páginas dominicais das aventuras do fantasminha.
Os desenhos ficaram a cargo de Mário Mastrotti e os roteiros por conta de César Silva, o Cerito. Ao todo foram realizados 22 capítulos distribuídos em jornais pelo Brasil afora.
Pluft já havia tido um título próprio em 1975 lançado pela editora Etcetera. Primeiramente semanal e posteriormente quinzenal trazia uma combinação de HQs, passatempos e pequenos contos infantis. A revista teve pelo menos 12 edições e segundo o expediente a própria Maria Clara Machado estava envolvida com a produção. A arte das histórias de Pluft é creditada apenas a Ivan e Mauro e depois apenas a Mauro, com texto de Ana Maria, sem mais informações sobre os autores.
Acima, Pluft na edição número doze da revista da editora Etcetera, de 1975. O fantasminha dividia seu espaço com histórias em quadrinhos europeias como Yoko Tsuno de Roger Leloup e M. Tillieux.